Inebriantes sentidos…

quinta-feira, junho 15, 2006

Strange?

How bizarre is that world of yours
That you think its nothing but mine
What do you keep behind close doors
That no one can cross that thin line
Tell me is that hard to survive
Tell me, have you wondered any time
If everyone feels well alive
Or do you feel everything as a crime
Tell me...
Can you imagine…
What’s behind that open gate
Can you imagine…
What’s the smile that brings faith
Could you imagine...
Your world is just like mine
A close door behind an open gate

...e mais não digo

quarta-feira, junho 14, 2006

Someone else

Realm of your perfection
Inside my fake reality
You call the image of attraction
Just to take the eyes out of me
In this will of your hypocrisy
Where I make myself stop and be
This is my life of sorrow
Trying to reach just another halo

Every night I play your act
Doing the smile of a cry
Away from the shallow fact
That it's just to get by
Another day wasted away
Another smile instead of a cry
Another silence to say
My sorrow it’s more than a lie

Eager to live something
Falling to survive, growing
Away from all those heads
Away from all them sheds
I stop here...
To realise what I really want to see
And learn to live the way I want to be

(thanks Kailee...)

...e mais não digo

sexta-feira, junho 09, 2006

Quem mais...

Lindo feito
Feito para mim
É de se ver
Lindo feito
Feito para ti
É para sofrer
Vida obliqua da razão
Do meu próprio ser
Destruído por um não
Que me deixa viver

Solidão de um jornal
Num passeio a ver
Nunca nada é igual
Nada mais a crer
Desgosto sem sinal
De um amanhecer

Não…
Eu não sei onde estou

Quase sem parar
Mais um quadrado
Quase sem parar
Mais um bocado
Do teu embrulho
Aqui dissimulado
Do meu entulho
Aqui quase estragado

Não…
Eu não sei onde vou

Agora, pára aqui
Estraga o pecado
Agora, sente em mim
Este meu fardo
Agora, mata enfim
A peça no estrado
Que agora de ti
Está tudo acabado

Não…
Eu não sei quem eu sou

Não…
Eu não sei
Onde estou
Onde vou
Ou quem eu sou

(...escrito à muito tempo!)

...e mais não digo

quinta-feira, junho 08, 2006

Fim (...de guerras passadas)

Começaste pelo desfecho
Em jeito de começo
Paraste a andar
Correr é mais fácil que parar
Fizeste castelos de cartas
Construíste sonhos em betão
Sofrer em ritmo de macas
Nas urgências do coração
É a tua ideia de utopia
Da tua realidade fria

Gostas do que fazes
Por detrás dessas grades?

A perfeita honestidade
O instante à espera da maior idade
Demora o finito do infinito
No socorro de um grito
Que não sai no momento
E espalha-se no memento
Circunstância momentânea
Da desgraça instantânea

Gostas do que fazes
Por detrás dessas grades?

És o cúpido delével
Num hospício falível
A tua sorte muda
Só porque é muda
E só tens é medos
A escaparem-te dos dedos
Apesar dos segredos
Dos teus iluminados enredos
Que não param no desejo
À procura de mais um beijo

Gostas do que fazes
Por detrás dessas grades?

Quando parares Senhora alada
Estarás no meio do nada
Só com o olhar impostor
Do teu próprio amor
Seja lá o que isso for
Deixado ao desdém
Na rua sem um vintém

Gostas do que fazes
Por detrás dessas grades?

(...escrito à mais de um ano)

...e mais não digo

quarta-feira, junho 07, 2006

...a palavra

De uma palavra sai um sentido
Obliquo entre visões escondidas
Um sentido testemunhado adquirido
Um sorriso entre escolhas reflectidas

E assim entre um mal entendido
Atrevo-me a ditar o verdadeiro sentido
De uma palavra incompreendida
Agindo, ousando a acção irreflectida


...e mais não digo

O meu sentido...

O sentido do sentimento sentido
A natureza renascida de morta
O teu olhar cada vez mais querido
Este é o sentido desta porta

O sentido do meu sentido
Que já nada tem de lógica
Jamais sentido reflectido
Um momento...uma hora mágica

Eis o meu sentido de sentir
A lógica inocente de uma sensação
A necessidade de pressentir
O calor da tua mão

...e mais não digo